Entrada
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Ferramenta
Defina o valor exato de cada entrada a partir da sua banca e do risco que você aceita correr. Ajuste os controles e veja a projeção em tempo real.
Valor da sua entrada
R$ 20,00
É com este valor que você abre cada operação — 2,0% da sua banca.
A entrada e as duas re-entradas, nesta ordem. Você só avança para a próxima se a anterior perder, e para no primeiro acerto.
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Como a banca evolui repetindo a operação todos os dias. Informe seu ritmo e sua taxa de acerto — o resultado de cada dia entra na banca do dia seguinte.
Evolução dia a dia
| Dia | Banca no início | Resultado do período | Banca no fim | Acumulado |
|---|
Cinco passos para usar a calculadora. Abaixo, cada campo explicado em detalhe.
Informe a banca que está na corretora.
Escolha o percentual de entrada — 1% a 2%.
Ajuste o payout do ativo que vai operar.
Monte a operação: entrada, 1ª e 2ª re-entrada, parando no primeiro acerto.
Use a projeção para ver a banca ao longo do tempo.
O que é. O dinheiro efetivamente depositado na corretora e disponível para operar. Não entra aqui reserva de emergência, salário do mês nem dinheiro com destino já definido.
Como usar. Digite o saldo real de hoje. Depositou ou sacou, atualize antes de começar — todos os outros números dependem deste.
A banca é a base de todos os cálculos: banca errada significa gestão errada.
O que é. O percentual da banca que define o tamanho da sua entrada em cada operação.
A conta. Entrada = Banca × %
Por que 1% a 2%. É a faixa que recomendamos porque mantém a banca saudável mesmo numa sequência ruim — você atravessa vários dias negativos e continua com capital para recuperar.
O que é. O percentual que a corretora paga sobre o valor investido quando você acerta. Aparece na tela do ativo antes de você entrar.
A conta. Lucro = Entrada × Payout — com R$ 20,00 e payout de 87%, o lucro é R$ 17,40.
Como usar. Confira o payout no ativo antes de operar e ajuste aqui. Abaixo de 76% a matemática da operação piora bastante: as re-entradas passam a devolver quase nada.
O que é. É com ela que a operação começa, no valor calculado pelo percentual.
Se ganhar. Operação encerrada com lucro. Volta para 1× no próximo sinal — nunca continue dobrando depois de um acerto.
Se perder. Só então você avança para a primeira re-entrada.
O que é. A re-entrada de recuperação, com o dobro do valor da entrada.
A conta. 2 × Entrada, e o resultado ao ganhar é (2 × Entrada × Payout) − Entrada — cobre a perda anterior e ainda sobra lucro.
Quando usar. Apenas depois de a entrada perder, e no mesmo contexto de mercado que gerou o sinal. Se o cenário mudou, não force: encerre a operação.
O que é. A última re-entrada da operação, com quatro vezes o valor da entrada.
A conta. 4 × Entrada, e ao ganhar (4 × Entrada × Payout) − 3 × Entrada — devolve as duas perdas anteriores e fecha a operação no positivo.
O limite. Aqui a operação termina, ganhando ou perdendo. Não existe 8×. Passar disso é o que quebra banca.
Operações por dia. Quantas operações completas você faz em um dia. Mais operações aceleram tanto o ganho quanto a perda.
Taxa de acerto. O percentual de entradas e re-entradas que você acerta. Use o seu histórico real, não o que você gostaria de ter.
Ponto de equilíbrio. A taxa de acerto mínima em que a operação empata naquele payout. Acima dela a projeção sobe; abaixo, a banca encolhe todo dia, por mais que a re-entrada recupere acertos isolados.
Como o cálculo é feito. Para cada operação o modelo pondera os quatro desfechos possíveis — acerto na entrada, na 1ª re-entrada, na 2ª re-entrada, ou nenhum deles — pela probabilidade de cada um. O resultado do dia entra na banca do dia seguinte, e por isso a curva é composta: a entrada cresce junto com a banca.
É uma projeção estatística com taxa de acerto constante. Na prática os dias variam, e o valor dela está em comparar cenários — não em prever o saldo exato.